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A gula aqui não é pecado

por Fugir, em 17.02.16

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Fugimos mas com destino. Fomos a Coimbra. Também valorizamos sítios belos que não seja pela Natureza. Porque não um sítio mais histórico? Porque não também uma cidade? Famosa pelos estudantes, e não só decidimos apenas visitar o centro. A verdade é que aqui sente-se a mística dos locais. As ruas, ruelas e becos são muito próprios e a verdade é que ficamos envolvidos por este ambiente. Apesar das paredes não muito cuidadas, outras com alusões políticas e muitos edifícios degradados, sente-se que as pessoas gostam. Eu diria exatamente do jeito em que está. Provavelmente não mudariam nada. Sente-se o orgulho na cidade e de tudo o que é típico português. Aqui ouve-se fado, come-se nos tascos, prova-se vinho e bacalhau.

O tempo desta vez nada era muito, mas não há que arranjar desculpas… Há que fugir. Tínhamos sido aconselhados a almoçar no tapas nas costas. Tal como o nome o sugere, o íamos comer umas tapas. Mais do que simplesmente ir a um local e comer, nós gostamos de apreciar tudo. Digamos que os detalhes que nos fazer sentir bem. Não apenas se a comida está boa mas também se o local nos fez sentir algo melhor. Este é o caso. Entramos e encaminharam-nos para a nossa mesa. Quando entramos vimos um belo bistro com uma decoração muito cuidada e com enorme bom gosto. Digamos que nada era deixado ao acaso. Desde as mesas, à carta com o menu, notou-se que tinha sido colocado muito amor aqui. Quando sentimos isso num local, tudo nos sabe melhor, tudo tem para sentirmos ainda mais amor. Amor gera amor.

A oferta era adequada e alguns dos pratos eram tão originais que na realidade nos dá vontade de experimentar tudo. A gula aqui não é um pecado, é uma realidade. Pedimos os famosos ovos rotos, mini espetada de gambas e uns cogumelos acompanhados de bacon. As batatas selvagens com molho de maionese e ervas estavam muito bem para complementar. Para beber uma bela sangria. Nada sobrou a não ser apetite para as sobremesas. Famosas por sinal. Um gelado de sabores frutados e um leite-creme bem queimado. Não desiludiu. Encantou. Diríamos, vamos fugir para aqui todos os dias. Digamos que o preço não é muito simpático se tivermos em conta a quantidade comida ingerida. No entanto, a qualidade da mesma e o espaço, valem e valem mais do que cada euro que se deixou. Ali sentimos amor em muitos detalhes e o amor não se paga. Agora é tempo de voltar… Vamos pensar onde vamos fugir outra vez.

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Luso – Fugir e suspirar por mais

por Fugir, em 17.02.16

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Desta vez decidimos FUGIR do óbvio. A zona da mealhada não é só Leitão. Tem também uma pequena vila que é famosa pelas suas águas. Parece uma vila parada no tempo que conserva a a magia de outros tempos. Desde as casas com fachadas originais de outras épocas, aos grandes palacetes que nos aparecem a cada curva. Tantos motivos para fugir… Ela conhecia mas deixou-se levar. Havia tanto para ver. Aqui, podíamos sentir-nos livres. Fugir do óbvio, fugir de quem nos quer agarrar ou até da monotonia do tempo que nos escapa. É certo que fugimos mas este local tem tanto para nos agarrar. Puras águas onde se pode beber ou banhar. Dizem que faz bem. A nós fez-nos muito bem. Precisávamos…

Este local é bonito, muito bonito aliás. Pode-se até dizer que está perto da perfeição. Acredite-se ou não, está muito perto de 2 grandes cidades. Coimbra e Aveiro, no entanto não foram estragadas por estas pequenas metrópoles. A beleza da vila só se pode comparar à beleza da mata do Bussaco. Natureza tão bem cuidada. Espécies difíceis de encontrar em outros lugares. Tudo a circundar o bonito palácio do Bussaco. Um dos mais bonitos, com seus trilhos e jardins com centenas de flores e pássaros. Nós caminhamos e exploramos. Respiramos o que a Natureza tinha para nos oferecer e fixamos o que a linda paisagem tinha para nos oferecer. Já estava escuro e era tempo de fugirmos dali. Era tempo de encontrar um local calmo e dedicarmo-nos a nós.

Fomos para pequenas cabanas no camping do Luso. Para fugir não é preciso gastar muito. Basta querer e dar asas à imaginação. A aventura ficou bem em conta. Chegando ao camping, acreditem ou não, enche-nos o olhar e o coração olhando para as cabanas de madeira. Formato triangular com pequenas janelas como se estivéssemos em plenos Alpes. A verdade é que não mas o sentimento bom estava ali. Entramos e os nossos olhos não ficaram desiludidos. Havia camas para que chegassem para vários casais e uma pequena cozinha para que pudéssemos cozinhar e comer. No andar de cima esperavam 2 camas. Estas águas furtadas, apesar de simples eram demasiado bonitas. Eram decoradas apenas com as 2 janelas com pequenas portadas de madeira. Parecia que estávamos num filme. Já tínhamos comprado alguns mantimentos para estarmos preparados caso precisássemos de fugir. Cozinhamos com calma e comemos com ainda mais calma. O local era tao privado e tão calmo que parecia que estávamos sozinhos no mundo. Melhor noite não podia ser.

Acordamos e lentamente abrem as portadas. Estava a chover. Eram aguaceiros pouco intensos, daí não nos apercebermos. A imagem era linda, tudo coberto por água e nós ali bem quentes naquela cama. Fizemos torradas e aproveitamos a boa cama até ao almoço. Precisávamos de um café que nos levantasse. Depois de sairmos das cabanas tomamos o nosso café numa pastelaria bem no centro. Desta vez não resistimos ao óbvio. Não escapou o famoso pão da bairrada e o mega suspiro de açúcar. Foi de fugir e suspirar por mais.

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Fugir é o melhor remédio

por Fugir, em 14.02.16

image.jpegUm dia como outro qualquer. Uma boa razão para fugir? Não existe uma, existem milhares. Hoje era preciso fugir.Não é preciso ir para longe. Por vezes ir é mesmo o melhor remédio.  Saímos um pouco mais tarde, a normal correria de quem vai fugir. Mala, roupa, higiene… enfim… O que é certo é precisávamos de ir.

 

 

 

 

 

 

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